domingo, 29 de janeiro de 2017

Eae glr vim trazer um game meio antigo mais que é muito MUITO bom é esse Jogo é:





















Pokémon Ascension é um jogo feito no RPG Maker XP por Tiago Arraes(ou tiagouchiha), como de costume, utilizando o Pokémon Essentials, o jogo não é traduzido, o próprio criador do jogo é brasileiro, inclusive, também criou outros jogos que apareceram aqui, como o Pokémon XD Lords of Shadow e sua continuação, o Pokémon Lords of Shadow 2.

A historia do jogo gira em torno de Steven ou Cynthia(tudo depende de sua escolha) em Little Wing, fora todo aquele esquema natural de Pokémon, ainda há muitos eventos que giram em torno de duas equipes malignas, a Team Omega, com sua sede por destruição feita a partir de seus próprios Pokémon de pura trevas, e Team Alpha, uma equipe que seria o oposto da Omega, que luta para a perfeição e pureza, já o resto, é spoiler, e jogando para saber.

Além de tudo isso, neste jogo ainda é possível contar com os Pokémons da sexta geração, e ainda com as Mega evolução e de brinde, com aparições até de ótimos personagens de Pokémon que todos amamos, bom, acho que já enrolei de mais, vamos para algumas imagens do jogo:


Agora que tudo isso foi mostrado, aqui vai o download do jogo(já incluindo a DLC):


Bom Galera Viciada em pokemon ou almenos gosta Ai esta deixei tudo Epero que tenham gostado



sábado, 28 de janeiro de 2017

Glr Voltei Eu tava viajando mais agr vou voltar com tudo espero que desculpem-me

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Para as pessoas que querem comentar alguma coisa comigo é só ir la no meu forum:http://noticiassobregames.forumeiros.com/.ou na pagina do Blog no facebook:https://www.facebook.com/www.nsgglobal.blogspot.com.br/?ref=bookmarks

Minecraft: conheça 10 curiosidades do game de sucesso mundial

Minecraft é o jogo independente mais popular dos últimos anos e já conquistou milhões de fãs desde o início de seu desenvolvimento. O jogo permite a criação de objetos e cenários e possui um visual bem característico, em formato de blocos. Porém além do enorme sucesso, MInecraft também possui algumas curiosidades interessantes. Confira:

Minecraft é o jogo independente mais popular dos últimos anos e já conquistou milhões de fãs desde o início de seu desenvolvimento. O jogo permite a criação de objetos e cenários e possui um visual bem característico, em formato de blocos. Porém além do enorme sucesso, MInecraft também possui algumas curiosidades interessantes. Confira:

9 – Um jogo sem fim
Inicialmente Minecraft não possuía qualquer tipo de objetivo, simplesmente deixando o jogador completamente livre em seu mundo, porém alguns usuários procuravam algo mais. Apenas no lançamento oficial foi adicionada uma história, um inimigo real a se combater para “vencer” o jogo. Tratavam-se dos Endermans e de seu terrível líder o Ender Dragon, em uma dimensão convenientemente chamada de The End (O Fim).
8 – Enderman
Esses inimigos foram baseados na lenda do monstro Slenderman, de longos braços e pernas, que gerou o assustador jogo Slender. Eles foram adicionados quando as noites em Minecraft começaram a ficar muito seguras, pois jogadores já se viravam bem contra os inimigos. Endermans têm um forte ataque, podem se teleportar, pegar blocos, e o fator que causa maior tensão é que eles só atacam se você os encarar nos olhos.
7 – Um emprego de US$ 3 milhões
No ano do lançamento oficial de Minecraft, em 2011, Notch ganhou aproximadamente US$ 3 milhões (R$ 6 milhões) em dividendos, após pagar todos os seus impostos. Ao invés de embolsar a quantia, ele decidiu dividi-la igualmente por todos os outros funcionários do seu pequeno estúdio, dizendo que eles eram o motivo da Mojang ser o melhor lugar do mundo para se trabalhar.
6 – O Rei da Xbox LIVE Arcade
Em 2012 foi lançado Minecraft: Xbox 360 Edition, uma versão especial para o console da Microsoft, mais acessível do que no PC. O título tomou a Xbox Live de assalto, vendendo mais de seis milhões de unidades até hoje. Ele é o mais popular título da Xbox Live Arcade e sempre figura entre os mais jogados da rede, perdendo apenas para outro favorito, Call of Duty: Black Ops 2.
5 – Posição sobre pirataria
Um usuário uma vez falou com Notch em seu Twitter que não tinha dinheiro para comprar o jogo, e o autor respondeu: “Pirateie. Se você ainda gostar quando puder pagar no futuro, então compre”, complementando ironicamente: “E também não esqueça de se sentir mal."
4 – Quarto jogo mais vendido de todos os tempos
Minecraft tornou-se recentemente o 4º jogo mais vendido de todos os tempos para PC, alcançando 11 milhões de unidades vendidas. Essa contagem, incluindo apenas a versão para computadores, o coloca emparelhado com títulos como StarCraft e Battlefield 2, e atrás apenas de The Sims 2 com 20 milhões, o The Sims original com 16 milhões e Diablo 3, quase sendo ultrapassado, com 12 milhões.
3 – Aventura Super Plana
Em uma das atualizações de Minecraft foi adicionado o mundo “super plano” para jogadores que apenas gostam de erguer construções no game. Nesta versão do mundo de Minecraft não há variações de terreno, sem áreas subterrâneas e completamente nivelado. O que Notch não deve ter pensado é que alguns usuários encarariam isso como um desafio.
Jogar no modo Super Plano se tornou mais uma das modalidades de Minecraft, voltada para aventureiros avançados, já que sem uma zona subterrânea, muitos monstros vão parar na superfície e não há muitos recursos disponíveis. É preciso então se virar com o pouco de comida que conseguir e com a ajuda de vilas para garantir sua sobrevivência.
2 – O inferno de Notch
Próximo ao Dia das Bruxas (Halloween) em outubro de 2010, Notch anunciou que o jogo receberia uma dimensão infernal, que passou por nomes como Hell, the Slip e finalmente foi oficializado como Nether, para não ofender nenhuma religião. Com uma iluminação avermelhada, lava para todos os cantos, fortalezas e inimigos violentos, o Nether se consolidou como o “inferno” de Minecraft.
No entanto, o mais curioso é que o Nether é na verdade uma dimensão de transporte, lembrando bastante as histórias do mutante Noturno dos X-Men. Cada bloco transposto no Nether equivale a 8 blocos no mundo de Minecraft, permitindo assim que usuários viagem entre longas distâncias utilizando portais que passam pelo "inferno".
1 – Herobrine
Quando jogos se tornam muito populares não demora muito para a internet começar a criar histórias a respeito deles. Quando esses contos são de terror, acabam ficando conhecidas como “CreepyPastas”. Minecraft não foi exceção e assim nasceu a história de Herobrine.
Diz a lenda que Markus Persson na verdade teria um irmão, já falecido, e que de certa forma seu fantasma está presente em Minecraft assombrando jogadores. Ele seria responsável por pequenos túneis aleatórios com espaço para apenas uma pessoa passar e criaria fortalezas repletas de armadilhas.
A produtora Mojang até entrou na brincadeira, colocando em várias de suas atualizações um lembrete de conserto dizendo: “Herobrine removido”, como se nunca conseguissem tirá-lo de vez. Porém, Notch já disse que não tem irmãos e tudo não passa de uma brincadeira.
>>Gente Eu voltei depois de 2 dias mais para compensar eu n vou ter folga agr eu vou postar sem parar é minecraft é meu jogo favorito então eu vou trazer mais deles vlw<<
Chegou Um jogo novo que esta fazendo sucesso no youtube Hello neighbor←:

Hello Neighbor é o novo jogo da TinyBuild, a produtora independente responsável por Clustertruck e Punchclub.
O novo jogo ainda está em Alpha, mas já se encontra num estado jogável e disponível para o público. Em Hello Neighbor temos que invadir a casa do vizinho depois de suspeitarmos que ele está a esconder alguma coisa. O vizinho nunca sai de casa e temos que ter cuidado para não sermos vistos.


Hello Neighbor será lançado no Verão de 2017 para PC. Podes comprar o acesso a Alpha no site oficial por 29.99 euros. Também existe uma demo gratuita (pré-alpha) para experimentar.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Datas de Posts

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Domingo e folga então não tem

Como Um Jogo de 16/32 bits ficou famoso RAPIDO 👀


Desde que comecei a jogar videogames, lá pelos meus 3 anos de idade com um Mega Drive (sou novinho, sei disso), lembro de poucos jogos que me fizeram sentir  mais imerso. E com “imerso” eu digo não apenas em sintonia com o jogo e com os acontecimentos nele, mas também pela experiência de fazer parte do jogo, a clássica quebra da quarta parede.
A primeira experiência que tive com imersão, por mais simples que tenha sido, foi com Monster Rancher de Playstation 1. Para quem não se lembra, era aquele anime que passava nas manhãs da Globo e depois nas tardes da Band. Pois então, ele tinha uma série de jogos no Playstation e no Game Boy Advance também.
Claramente inspirado em coleções de monstrinhos como Pokémon e Digimon, em Monster Rancher você tinha que treinar seus monstros para participarem de campeonatos e ir subindo nos rankings.
Além de comprar os monstros nas lojas da cidade do game, a forma mais fácil e divertida de ter as mais diferentes combinações era pegando seus CDs – tanto os de música, como CD-Rom, e jogos de Playstation 1 – e colocá-los para serem lidos dentro do “Templo”.

Dentro do jogo, você ia nesse templo, abria a tampa do seu videogame, tirava o disco do jogo e inseria o CD escolhido. Dependendo do disco, um monstro diferente era desbloqueado.










Esse templo já ouviu de tudo, desde Roberto Carlos até Mamonas Assassinas e Claudinho e Buchecha.
Desde então, poucas vezes me deparei com games que tivessem esse compromisso de te colocar não apenas na pele de um personagem, mas que fizessem de alguma forma com que você fosse parte orgânica daquele jogo.
Sei de outros exemplos (que não joguei, shame on me), como com o boss Psycho Mantis de Metal Gear Solid, onde o sistema te tira completamente da zona de conforto lendo o conteúdo do seu Memory Card e trocando seus slots de controle – entre outras bizarrices que fizeram muitas crianças dos anos 90/2000 pirarem.

TÁ, E UNDERTALE?

É aí que chegamos no ano de 2015 com Undertale, um indie game baratinho  que me fez ter uma experiência mais completa que muitos jogos AAA de grandes desenvolvedoras.

Feito por um Rapaz Chamado Toby Fox.


Por incrível que pareça, aí tem um plot twist, mas sem spoilers por enquanto. 😉
Financiado pelo Kickstarter e arrecadando 100 vezes mais que o pedido, Undertale é um RPG para PC artisticamente inspirado no cult EarthBound (Mother no Japão) para Super Nintendo, que segundo seu criador, não é necessário matar ninguém.


O game tem bastante influência de Earthbound nos gráficos, inspirados no Super Nintendo.
Seguindo um modo de luta diferente, o game não te incentiva a atacar diretamente, e sim a se esquivar e defender. Claro que, se você quiser atacar, o jogo também te dá essa opção, mas em quase 100% das vezes não é necessário. Apenas uma boa conversa com seu inimigo para conhecê-lo melhor, saber quais são os seus medos e incertezas – e talvez oferecer um ombro amigo – podem resolver a situação.
Depois dessa conversa amigável, o botão “Mercy” (“compaixão”) se torna disponível, e você pode sair da batalha sem derramar uma gota de sangue virtual.
Você é o coração vermelho, que tem que se esquivar dos ataques em branco. Cada personagem tem um método diferente, com formas diferentes.

O LEVEL NÃO É O MAIS IMPORTANTE

É comum em jogos de RPG o método de grind: ficar circulando locais e mapas para matar mais e mais inimigos e assim arrecadar experiência, dinheiro, equipamentos, entre outras coisas.
E é como uma crítica a esse método que surge uma das maiores sacadas de Undertale: os “finais morais”, um costume da série Shin Megami Tensei da Atlus, na qual cada decisão do jogador influência no final do seu game.
No caso de Undertale, temos 3 finais principais:
– Neutro, no qual você faz um jogo normal matando e poupando dependendo da situação;
– Pacifista, no qual você poupa todos sem distinção;
– Genocida, no qual você mata todos sem distinção.
Normalmente,  o grind é essencial em um RPG, mas Undertale faz você se sentir mal se optar por  isso.
Durante a primeira jornada, ele joga na sua cara várias vezes o quão desnecessário e sem sentido é matar por… matar. A questão principal levantada até o fim é: “para quê matar e brigar, se ás vezes uma conversa é suficiente?”.
Essa sensação é ainda pior quando você luta contra os personagens principais da trama. Mas eles são tão incríveis que merecem um sub tópico só pra eles.
*Aviso: abaixo podem ter spoilers sobre o jogo em geral. Sempre tomo cuidado com isso, mas se você for muito sensível e quiser manter a essência, jogue o game e depois volte para ler. 🙂

IMPOSSÍVEIS DE ODIAR, FÁCEIS DE AMAR

A primeira vez que joguei acabei matando Toriel, um dos primeiros personagens principais: um monstro semelhante a uma cabra que te guia pelo seu primeiro dungeon de forma amável e maternal.
Por não entender do jogo e achar que aquela era uma batalha obrigatória, lutei para valer e acabei derrotando-a – o que se provou algo bem chato, para não dizer perturbador. Ao longo do game, outros personagens fazem referência a ela, e até seu telefone continua na lista de contatos. Ao tentar ligar, a mensagem “Você chamou, mas ninguém atendeu…” aparece.
Depois disso a vida seguiu e a batalha final chegou. Vou economizar um pouco os spoilers, mas essa luta é o momento em que o jogo fica completamente imersivo: você perde o controle de tudo, desde o abrir do jogo aos seus save games.
Tudo fica sob controle do boss final. Ele joga na sua casa que você não consegue voltar ao seu save game, fecha o jogo apenas por prazer e brinca  com auto saves indo e voltando entre eles para te matar várias e várias vezes. A sensação é de total impotência. Só jogando para você sentir isso.
Depois dessa batalha, existe a opção de começar tudo de novo, com a diferença de  poupar a vida de todos os personagens para liberar o final pacifista.
A segunda vez que joguei foi muito melhor que a primeira. Tentar achar uma forma de não matar os personagens e conhecer suas personalidades, fraquezas e inseguranças é muito mais legal do que apenas matar e seguir em frente. Por incrível que pareça, as lutas ficam mais dinâmicas e interessantes, pois você conhece o inimigo, e não apenas batalha com ele. Sem falar que as formas de “fugir” são diferentes para cada oponente, o que significa que não adianta fazer a mesma coisa com todos.
Um dos meus personagens favoritos, por exemplo, é a Tsunderplane – uma referência aos personagens Tsundere dos animes, que no início da história são durões e ao longo dos episódios se tornam mais amáveis e se mostram mais tímidos.
Para dar o comando Mercy na Tsunderplane você tem que fazer coisas como “esbarrar no ombro” ou “olhar nos olhos”. Assim, Tsunderplane te chama  de pervertido e sai correndo envergonhada.
Tsunderplane entra no meio do caminho! Mas sem nenhum propósito, nada a ver.
Na segunda run você tem mais oportunidades para conhecer todo mundo, se identificar com o ambiente, descobrir as relações entre os personagens e entender a história com mais profundidade – que ficou cheia de buracos na primeira vez, de forma proposital.
Além disso, dependendo dos seus atos na jornada anterior, os próprios personagens tem déjà vus sobre tudo o que aconteceu.
Aqui tem um detalhe importante sobre Undertale: nada que você faz é esquecido:
Se você matar um personagem, ele vai se lembrar que você o matou na próxima vez que se encontrarem em outro save; se poupar um personagem que matou anteriormente, ele dirá o quanto achou isso estranho, já que ele “tinha certeza que seria morto”.
Isso aconteceu quando fui batalhar pela segunda vez com a Toriel, que eu tinha matado na primeira run. Quando dei o comando de Talk para conversarmos no meio da batalha, isso apareceu:
“Você pensou em contar para Toriel que a viu morrer, mas… isso é assustador”
Da mesma forma que o boss final brinca com seu jogo e com os save games, você também é capaz de fazer isso, mas com os outros personagens. Afinal, você é o único que tem esse poder de Save GameLoad Game e  Reset, certo? 😉
Eu, por exemplo, não tinha voltado para visitar um dos meus oponentes mais difíceis do jogo, uma mulher peixe paladina extremamente forte chamada Undyne. Quando retornei, uma nova cena divertidíssima começou com direito a uma visita na casa dela e uma revanche – que deu início a uma sidequest que se tornou um dos objetivos principais do jogo, servindo como chave para desbloquear o final verdadeiro.
“Você é um perdedor fracote com um grande coração!”
Além de Undyne, outros personagens podem entrar  no seu caminho e se transformar em amigos. Cada comando Mercy que o jogador dá cria a possibilidade de ganhar um possível parceiro no futuro, com conversas e finais diferentes para a batalha.
E foi com esse sentimento de companheirismo que terminei a segunda run: desbloqueando o final feliz, e alegre  por ver todos os meus amigos contentes  nos créditos de encerramento.
Mas  acabou tudo?
Bom, não. A menos que você queira jogar tudo fora.

O TERCEIRO FINAL: GENOCIDA

Eu terminei o jogo. Sabia quem era o vilão e o derrotei; vi todos os meus amigos do jogo felizes. Não tinha mais o que fazer, mas ainda assim eu quis continuar jogando.
E então  o próprio Undertale jogou essa vontade na minha cara: